Com 30 anos de tradição, a Padaria Dom Doc, uma das mais tradicionais de Diadema, realizou grande reforma concluída nesta semana e é a primeira da cidade a entrar no novo formato do segmento. “Hoje uma padaria precisa ter tudo. É pizzaria, restaurante, tudo em um ambiente só. Tem de ser completa”, explica Cristiano Neves de Souza, que comanda a Dom Doc juntamente com sua família, proprietária da padaria localizada no Jardim Rey, há 23 anos.
A reforma transformou a Dom Doc é um estabelecimento de dois andares. No primeiro, o ambiente mais tradicional de uma padaria, com uma grande variedade de pães, bolos, tortas e doces. No andar superior um espaço de restaurante e pizzaria. Não só o espaço aumentou, o número de funcionários triplicou e hoje está em 48, com expectativa de crescer ainda mais no próximo ano.
Com isso a padaria segue a tendência observada nas principais capitais do país e que nos últimos anos vem provocando mudanças também nas padarias da região do ABC. “Diadema ainda não tinha uma padaria assim completa”, destaca Souza.
Flavia Rodrigues é uma das clientes que aprova a novidade: “Antes a gente acabava tendo que sair da cidade para encontrar lugares assim, agora temos essa opção perto de casa”, disse.
Praticidade
Apesar de tantas novidades a Don Doc continua com seu famoso pão francês e seu pão de queijo com receita exclusiva. “Também estamos procurando manter os preços antigos, Dentro do possível não queremos aumentar a maioria dos valores”, destacou.
A partir de hoje (22), a padaria passará a oferecer um serviço inovador, o café da manhã self-service. Por R$10,90 o cliente poderá se servir de várias opções de pães, frios e bolos, das 7h às 11h.
A meta de Cristiano para 2013 é fidelizar os clientes novos aprimorando o atendimento. “Queremos colocar rede wireless para os clientes. Quem não fizer mudanças assim vai ficar para trás”, ressaltou.
Os moradores de Diadema já estavam sentindo falta destas mudanças nos estabelecimentos da cidade, como comentou Ubiratan Alves, que frequenta a padaria diariamente: “é um conceito que ainda não tinha em Diadema e é muito legal”.