28 de nov de 2013

Monotrilho deve passar pela Imigrantes

Michels, acompanhado de autoridades políticas, se reuniu ontem com Jurandir Fernandes - Foto: Marcos Luiz/Divulgação
A extensão da Linha 17 Ouro (Jabaquara- Morumbi) do monotrilho para Diadema deve passar pelo meio da rodovia dos Imigrantes. A escolha do traçado ocorreu ontem (27), durante reunião do prefeito de Diadema, Lauro Michels, com o secretário de Transportes do Estado, Jurandir Fernandes.

“Foram apresentadas três propostas de traçado da extensão do Jabaquara para Diadema e escolhemos a que nos parece mais viável e mais barata para aprofundar os estudos”, destacou o prefeito.
A alternativa escolhida é o traçado que vem pelo meio da Imigrantes, contando com mais seis estações, além das 18 previstas anteriormente no projeto: Centro de Exposições Imigrantes; Vila do Encontro, Vila Fachini; Vila Clara; Vila Élida e Terminal.
Dos 17,9 Km previstos inicialmente, a linha deve ser estendida em mais 5,6 km, totalizando 23,5 km. Também seriam acrescidos mais 29 trens, totalizando 47, e implementado pátio adicional. Com demanda prevista de 16 mil passageiros por hora, o volume diário da Linha 17 seria de 567 mil passageiros. O custo estimado do trecho adicional é de R$ 1,4 bilhão.
Participaram do encontro, o secretário de Transportes de Diadema, José Carlos Gonçalves; a deputada estadual Regina Gonçalves, e o assessor especial, Adler Teixeira, o Kiko.
Integração
Durante a reunião, o prefeito também protocolou pedido para estabelecimento de novo convênio para que a integração gratuita nos terminais continue garantida. Em outubro de 2011, a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) comunicou a prefeitura sobre o fim do convênio que garante gratuidade aos passageiros que utilizam linhas municipais e embarcam nas intermunicipais nos dois terminais da cidade. A cobrança nas baldeações já é realizada em todos os terminais metropolitanos do Estado, com exceção dos que existem em Diadema.
A alegação da EMTU é que a demanda de passageiros aumentou muito nos últimos anos e que a eletrificação de alguns trechos dos corredores metropolitanos geraram custos que precisavam ser repostos.
fonte: DIÁRIO REGIONAL

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