25 de out de 2013

Ciesp pede alça no km 18 da Imigrantes

Celso Luiz/DGABC
Melhorar o acesso para moradores e empresas de Diadema. Com esse objetivo, cerca de 80 industriais se reuniram ontem pela manhã na regional do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), com representantes da Prefeitura do município, para reivindicar nova alça ligando a Rodovia dos Imigrantes (km 18) à cidade para quem vem no sentido Litoral para São Paulo.
Segundo o diretor titular da regional da entidade, Donizete Duarte da Silva, a Imigrantes é “maravilhosa”, mas divide a cidade ao meio e só conta com dois acessos, que são intermunicipais, um deles no km 16 e outro no km 20, que já é em São Bernardo. “Eles já estão saturados, pelo crescimento da frota e do desenvolvimento urbano”, afirma.
A regional do Ciesp solicitou à Prefeitura a construção de três alças, uma delas no km 18 com a Avenida Dona Ruyce Ferraz Alvim, para desafogar o trânsito local, que também deve permitir a melhora da logística de 91 indústrias localizadas no bairro Casa Grande, que geram cerca de 6.000 empregos. “Ali não são necessários mais do que 200 metros de asfalto. Mesmo sem o apoio do governo do Estado, a Prefeitura teria condições de fazer”, avalia o dirigente.
Os outros pleitos seriam para conexões no km 17,5, ligando a rodovia à Avenida Samuel Aizemberg, e também na altura do km 24, com a Avenida Ulysses Guimarães. Os industriais saíram animados do encontro, por causa da sinalização favorável da Prefeitura em relação à demandas. Essas duas últimas estão em fase de estudos e a administração municipal pretende levar o pleito da ligação no km 18 ao governo estadual, já que existe projeto aprovado para a construção de viaduto nessa altura. A proposta, no entanto, não previa essa alça de entrada, apenas uma de saída de veículos em direção à Capital, e do outro lado, para quem desce de São Paulo para a cidade. Segundo o secretário municipal de Transporte, José Carlos Gonçalves, é importante o diálogo com o empresariado para se buscar um denominador comum. Ele afirma que a reivindicação da conexão com a Avenida Dona Ruyce Ferraz Alvim é justa. “Não está no projeto (do viaduto), mas vamos pedir autorização da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e pescar essa possibilidade”, afirma. A Prefeitura se reúne com a Artesp na quinta-feira (31).
Ele acrescenta que essa alça deve custar em torno de R$ 3 milhões, mas essa é uma estimativa, já que não está no plano de implantação da passagem – que terá valor total de R$ 20,6 milhões, incluindo projeto de engenharia e obra.
fonte: Leone Farias - Diário do Grande ABC



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