23 de out de 2011

INAMAR PASSA POR OBRAS PARA RECEBER PAULISTA



Estádio diademense terá capacidade para cinco mil pessoas. Foto: Luciano Vicioni
Estádio diademense terá capacidade para cinco mil pessoas. Foto: Luciano Vicioni
 
Reformas no estádio de Diadema começaram na semana passada

O estádio distrital do Jardim Inamar, em Diadema, já recebe desde a última segunda-feira (17/10) as primeiras obras de reestruturação do espaço, que abrigará os jogos das equipes profissionais da cidade em 2012. A remodelação do complexo esportivo, que dispõe de quadra coberta para basquete, vôlei e futsal, beneficiará diretamente os dois clubes que disputarão a Segunda Divisão do Campeonato Paulista: o CAD (Clube Atlético Diadema) e o Água Santa, atual tricampeão amador da Primeira Divisão da Liga.

As intervenções serão subsidiadas pela Prefeitura, mas o investimento total não foi informado pela administração municipal. Especula-se que as obras consumam aproximadamente R$ 4,5 milhões. Entre as reformas importantes do local, que tem grama sintética, está a ampliação do lance de arquibancadas descobertas de 2,6 mil lugares para 5 mil, número mínimo exigido pela FPF (Federação Paulista de Futebol).

O novo Inamar deve ser entregue até meados de março de 2012. Se houver atraso nas obras e na inauguração do distrital, há um plano B. O CAD mandaria seus primeiros jogos do campeonato no estádio da rua Javari, na Mooca, e o Água Santa tentaria jogar no Baetão, em São Bernardo.

Mesmo assim, o presidente da Liga de Diadema, Antonio Marcos, o Marquinhos, esteve nesta semana no estádio e está animado com o que tem visto. “O projeto será tocado normalmente e não deve haver atraso”, comenta Marquinhos, que tem prestado assessoria jurídica aos dois clubes profissionais.

O secretário de Esportes de Diadema, Antonio Vanderli Lima, ressalta que vai acompanhar os trabalhos de perto. Quem também está na coordenação do projeto é o diretor de esportes da municipalidade, Felipe Daniel da Silva.

O estádio terá dois salões multiuso, vestiários com piso frio, lanchonete e o muro alto em volta para evitar invasões, além de cabines de imprensa. Após as obras, o campo será usado, durante a semana, por escolinhas de futebol de vilas e bairros próximos.
 
fonte: Edélcio Cândido - ABCD MAIOR

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